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terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Deus é culpado?

Tô cansadin... tava no retiro com o pessoal da igreja, mt bom lá. Fomos pra um sítio, e o pessoal aproveitou bastante. Aliás, eles ainsa estão aproveitando. Eu é que voltei um dia antes, pq trabalho amanhã e ainda não melhorei da gripe.

Abaixo segue um texto muito interessante, atribuído à Anne Graham, filha do pr. Billy Graham.

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sábado, 6 de setembro de 2008

Notícias de nossos irmãos da Europa‏

Batistas são punidos com multas cada vez mais altas

BIELO-RÚSSIA (*) - A Bielorússia passou a impor multas de mais de dois salários mínimos para os batistas que “organizarem louvores ou conduzirem conversas abordando tópicos religiosos” fora do mercado público de Ushachi.

Para celebrar a ascensão de Cristo, no dia 5 de junho (muitos protestantes da ex-República da União Soviética seguem o calendário Juliano), um grupo de batistas começou a evangelizar fora de um mercado na cidade de Ushachi (região de Vitebsk), batendo de porta em porta.

Um policial à paisana pediu ao grupo que parasse com aquelas atividades, já que eles não tinham permissão do Comitê Executivo do distrito de Ushachi. Um dos batistas, Vladimir Burshtyn, retrucou alegando que eles não estavam perturbando a ordem pública e citou a liberdade religiosa garantida pela Constituição da Bielorússia e a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

O Estado, no entanto, foi implacável. Uma corte da Bielorússia promulgou multa de 700 mil rublos bielorussos (R$ 533) – mais de dois salários mínimos locais – para Vladimir Burshtyn.

Uma oficial, Olga Karchevskaya, vice-presidente do Comitê Executivo do distrito de Ushachi e testemunha da ação, defendeu a acusação em 20 de junho, declarando que a abordagem dos cristãos foi errada. "É comum, por educação, que uma pessoa se apresente e diga o que quer quando vai visitar a casa de alguém", sustentou.

Ela ainda completou dizendo: “Nós precisamos saber quem está vindo até nós, eles ( os cristãos) podem ser destruidores ou podem agir contra o interesse das outras pessoas.”

Multa de dois salários

A multa é a mais alta já imposta aos batistas para punir as atividades religiosas não registradas. Multas ainda mais altas já foram determinadas para membros de outras comunidades.

Depois da chegada de Olga Karchevskaya, Burshtyn foi escoltado até a delegacia local e acusado sob os artigos 23 e 24, parte 2 do Código de Violações Administrativas (que diz respeito à violação por manter demonstrações ou outros eventos de massa). Uma corte local o multou mais tarde, no mesmo dia.

Um membro da mais próxima congregação do Conselho Batista de Igrejas de Ushachi, localizado a 35 quilômetros do sudeste de Lepel, Olga Plisko, disse ao Forum 18 que os batistas envolvidos não eram da região. Ela disse que sabe, no entanto, que eles vão recorrer contra a multa.

Em outro incidente, o culto de uma congregação batista em Osipovichi foi interrompido por oficiais e o diácono da igreja recebeu uma multa de dois salários mínimos por conduzir uma comunidade religiosa sem registro.

Atividades religiosas sem a permissão do Estado também têm sido punidas com multas pesadas em países vizinhos à Bielorrússia.

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sábado, 9 de agosto de 2008

BRASIL: Bíblias poderão ser confiscadas

Terça-feira, 9 de Outubro de 2007 Fonte: http://noticiascris/tas.blogspot.com/2007/ 10/brasil-corre-risco-de-ter-liberdade.html

Brasil corre risco de ter liberdade religiosa cerceada

O Brasil, país conhecido em todo o mundo por sua tolerância e respeito às diferenças raciais, religiosas e étnicas, entre outras, encontra-se hoje diante de uma flagrante ameaça à liberdade de expressão e culto. Dois projetos de lei que se propõem a evitar o preconceito, também possuem regras para silenciar e censurar a pregação da Bíblia Sagrada. E sem que a maioria da população se dê conta disso, estão seguindo o trâmite de aprovação no Congresso Nacional.

Um deles está no Senado, prestes a se tornar lei (PL 122/06) e outro com o mesmo teor está na Câmara dos Deputados (PL 6418/2005). Em breve poderemos assistir pastores sendo presos por pregarem o Evangelho, como em muitos países da África, e pais perdendo a guarda dos filhos por transmitirem a sua convicção religiosa, como ocorre em localidades do Oriente Médio.

Casos como na China e na Coréia do Norte, onde pastores são presos por distribuírem Bíblias, podem se tornar comuns.

Crime de opinião religiosa

Uma leitura mais apurada no texto do PL 122/06 - que prevê detenção de um a três anos para quem for condenado por injúria ou intimidação ao expressar um ponto de vista moral, filosófico ou psicológico contrário ao dos homossexuais - revela que, na prática, a pregação de alguns trechos da Bíblia poderão ser criminalizados, a despeito das diferentes interpretações de correntes doutrinárias.

O PL 122/06 está prestes a ser votado pelos senadores e em seguida seguirá para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para se tornar lei. O governo é favorável à criação desta nova lei e seu posicionamento está claramente expresso no programa 'Brasil Sem Homofobia'.

Um projeto ainda mais pernicioso e semelhante a este que tramita na Câmara, o PL 6418/2005, prevê aumento da pena em um terço para qualquer um que fabrique, distribua ou comercialize quaisquer pontos de vista contra homossexuais, sejam impressos ou verbais.

No caso de materiais impressos, a nova lei prevê o confisco e a destruição dos mesmos, o que expõe a Bíblia Sagrada ao risco de ser recolhida e destruída pelas autoridades brasileiras. No caso de transmissões televisivas ou radiofônicas, a lei prevê a suspensão delas.

Perseguição aos ofertantes

A ameaça torna-se ainda mais gritante ao atingir os próprios crentes brasileiros, que são os principais financiadores de missões, igrejas e programas nos meios de comunicação de massa que se propõem a pregar o Evangelho de Cristo.

Isso porque, pelo que está previsto no PL 6418/2005, quem financia, patrocina ou presta assistência a qualquer um que 'transgredir essa lei', ou seja, que pregar qualquer ponto que desagrade a um homossexual, poderá ser condenado a uma pena de dois a cinco anos de prisão.

Como cristãos, ou seja, como defensores do amor ao próximo pregado por Jesus Cristo, não aceitamos que qualquer pessoa, homossexual ou não, sofra atos de violência, seja proibida de permanecer em locais públicos ou tenha seus direitos civis violados - pontos que estão servindo de justificativa para os que defendem tais projetos.

Só não podemos permitir a invasão de direitos particulares sobre os direitos coletivos, assegurados na Constituição Federal de 1988, no artigo 5º, inciso VI: 'É inviolável a liberdade de consciência e de crença'.

Por isso, diante desta séria ameaça aos direitos religiosos de todos nós, cidadãos cristãos, principalmente aos evangélicos, cresce a demanda por uma intensa mobilização por parte de todos aqueles que, independentemente de aprovarem ou não a conduta homossexual, desejam garantir o direito de livre expressão de suas opiniões e convicções, sejam elas contrárias ou não ao homossexualismo.

Esta mobilização, além de ser expressa em orações e jejuns, deve ser acompanhada de uma dinâmica prática, sob diferentes formas, tais como: 1. Envie seu protesto para os senadores e deputados envolvidos na aprovação destas leis... (veja listagem de alguns deles abaixo) por meio de cartas, telefonemas, fax e e-mails; 2. Participe de abaixo-assinados que expressem o descontentamento com estes projetos de lei e assegure que eles sejam entregues às autoridades competentes; 3. Entre em contato com o parlamentar em quem votou e chame a atenção dele à questão; 4. Repasse estas informações sobre a ameaça que estas leis trarão à liberdade de expressão e culto no Brasil a TODOS os seus conhecidos.

Utilize seu mailing pessoal e os meios de comunicação de sua igreja. Nossa tão propagandeada liberdade religiosa pode estar com os dias contados. E não é apenas o cristianismo que está correndo o risco de ser censurado. O islamismo e o judaísmo também, pois todas tratam do assunto em seus livros sagrados.

Portanto, o que está em questão não é o homossexualismo em si e sim a criação de um crime de expressão e opinião religiosa. Contatos com os senadores diretamente envolvidos no PL 122/06:

Fátima Cleide Rodrigues da Silva (PT-RO), relatora do projeto (a favor) Tel.: (61) 3311-2391 a 2397 Fax: (61) 3311-1882 Correio eletrônico: fatima.cleide@senadora.gov.br

Paulo Renato Paim (PT-RS), apresentou diversos projetos neste sentido, condensados no PL 122/06 (a favor) Tel.: (61) 3311-5227/5232 Fax: (61) 3311-5235 Correio eletrônico: paulopaim@senador. gov.br

Marcelo Bezerra Crivella (PRB-RJ) - (contrário à redação como está) Tel.: (61) 3311-5225/5730 Fax: (61) 3311-2211 Correio eletrônico: crivella@senador. gov.br

Para encontrar os nomes, endereços e telefones de cada senador e a íntegra do projeto de lei acesse: http://www.senado/.gov.br

Contatos com os deputados diretamente envolvidos no PL 6418/2005: Janete Rocha Pietá (PT-SP), relatora do projeto (a favor) Telefone:(61) 3215-5578 Fax: (61) 3215-2578 Correio eletrônico: dep.janeterochapieta@camara. gov.br

Pastor Manoel Ferreira (PTB-RJ) (contrário à redação como está) Telefone:(61) 3215-5226 Fax:(61) 3215-2226 Correio eletrônico: dep.pastormanoelferreira@camara. gov.br

Para encontrar os nomes, endereços e telefones de cada deputado e a íntegra do projeto de lei acesse: http://www.camara/.gov.br .

Missão Portas Abertas

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sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Projeto que instaura a perseguição religiosa está para ser votado.

By JesusSite.

O perigo do PLC 122/2006

(um perigo mais iminente do que o da legalização do aborto) -------------------------------------------------------------------------------- A história do projeto

No dia 07/08/2001, a deputada Iara Bernardi (PT/SP) apresentou na Câmara um projeto que "determina sanções às práticas discriminatórias em razão da orientação sexual das pessoas". Em 23/11/2006, ele foi aprovado pela Câmara e encaminhado ao Senado. Ao chegar ao Senado, o projeto recebeu o número PLC 122/2006 e, no dia 07/02/2007, foi encaminhado ao gabinete da Senadora Fátima Cleide (PT/RO), designada como relatora na Comissão de Direitos Humanos (CDH).

No dia 07/03/2007, a relatora apresentou voto favorável à aprovação do projeto. A proposição já estava pronta para a pauta quando a relatora, em 15/03/2007, pediu a sua retirada para "reexame da matéria". Foi uma retirada estratégica, pois o Senado estava recebendo várias mensagens de protesto. No entanto, o projeto pode ser votado — e aprovado — a qualquer momento. O presidente Lula tem especial interesse em sancioná-lo, uma vez que, quando candidato, dedicou 14 páginas a um caderno em que se comprometia promover o homossexualismo, caso fosse reeleito.

O perigo é iminente, mas parecemos estar "deitados eternamente em berço esplêndido". -------------------------------------------------------------------------------- O que já está acontecendo

Muito diferentes dos homossexuais que, angustiados, procuram o sacerdote para obter o perdão de seus pecados e o auxílio para abandonar seu vício, os homossexuais militantes orgulham-se de sua prática antinatural e têm sido autores de graves perseguições religiosas.

Em 10 de abril deste ano, a BBC noticiou que o arcebispo de Gênova (Itália), presidente da CEI (Conferência Episcopal Italiana) foi colocado sob escolta policial depois de ter recebido ameaças de morte de ativistas homossexuais. Na Inglaterra, o bispo anglicano de Hereford, Anthony Priddis, está sendo processado por ter-se recusado a empregar um homossexual declarado (lá foi aprovada a "Lei de Orientação Sexual", semelhante àquela que nosso presidente pretende sancionar). Na Suécia, em julho de 2004, o pastor Ake Green foi condenado a um mês de prisão por ter feito um sermão contra o homossexualismo. No Brasil, em 2004, o arcebispo emérito do Rio de Janeiro Dom Eugênio Sales foi ameaçado com uma enxurrada de processos vindos de homossexuais, incomodados por artigos de jornal que criticavam suas condutas.

Logo no primeiro dia da visita do Santo Padre ao Brasil (09/05/2007), "cerca de 350 integrantes de movimentos de gays e simpatizantes da Bahia, liderados pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) [...] ocuparam as escadarias da Catedral da Sé, no Centro da Capital Baiana, e queimaram uma foto ampliada do pontífice. Além disso, promoveram um apitaço, estendendo faixas com mensagens de protesto contra a presença do pontífice. Na maior das faixas, lia-se: 'Papa Bento XVI, chega de inquisição! O amor não tem sexo!'. O governo Lula tem empregado maciçamente o nosso dinheiro para a promoção do homossexualismo. A frase a seguir é de um líder homossexual e refere-se ao montante investido no programa "Brasil sem homofobia":

"Da proposta inicial do governo de R$ 400 mil, nós conseguimos aumentar este valor para R$ 8 milhões. Atualmente, esse é o orçamento inteiro do programa, mas que ainda é insuficiente para atender a demanda que temos no país". -------------------------------------------------------------------------------- O que está para acontecer

A lei que pretende conceder privilégios ao homossexualismo, criando a figura penal da "homofobia", está muito longe de ser inofensiva. Já agora os homossexuais militantes, organizados em associações, com o apoio do governo e o aplauso dos meios de comunicação social, vêm obtendo, junto ao Judiciário, indenizações por "danos morais", pensão alimentícia após a morte do "companheiro" e inclusive o direito de adotar crianças! Há juízes e tribunais decidindo contra a lei, à semelhança daqueles que "autorizam" a prática de um aborto de bebê anencéfalo.

O PLC 122/2006, se convertido em lei, conforme compromisso do presidente, acarretará uma perseguição religiosa sem precedentes em nosso país. Vejamos:

A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno ("manifestação de afetividade") por homossexuais (art. 7°).

Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°).

A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo 8°, ("ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica").

A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual está prevista para 3 a 5 anos de reclusão (art. 5°) -------------------------------------------------------------------------------- O cerne da questão

No entanto, as conseqüências acima (que já são realidade em países que aprovaram leis semelhantes) não são o principal motivo pelo qual o PLC 122/2006 deve ser rejeitado. O cerne da questão não está nas perseguições que hão de vir caso a proposta seja convertida em lei.

O motivo central pelo qual esse projeto deve ser totalmente rejeitado é que ele pretende dar direitos ao vício. O homossexualismo não acrescenta direitos a ninguém. Se um homossexual praticante tem algum direito, conserva-o apesar de ser homossexual, e não por ser homossexual. O mesmo se pode dizer de qualquer outro vício. O bêbado, o adúltero, a prostituta... só têm direitos como pessoas, mas não por causa da embriaguez, do adultério ou da prostituição.

O homossexual, por ter escolhido livremente praticar esse vício, deve arcar com o ônus de sua opção. Não pode exigir que um seminário o acolha para que ele se torne sacerdote. Nem pode querer impedir que, em uma homilia, um pregador reprove sua conduta. Não pode queixar-se de seu empregador querer demiti-lo temendo a corrupção moral de sua empresa. Não pode exigir que um juiz da infância lhe dê uma criança para adotar. Não pode obrigar uma mãe de família a confiar nele para cuidar de seus bebês. Não pode forçar a população a tolerar seus atos de obscenidade praticados em público.

A simples promulgação dessa lei (Deus não o permita!), independentemente de qualquer efeito persecutório, será uma horrenda mudança qualitativa em nossa legislação. Se aprovada essa lei, por ação ou omissão dos brasileiros, este país ter-se-á rebelado contra Deus, transformando em direito aquele pecado "muito grande" (Gn 18,20) que clamava aos Céus por castigo. É de se temer que nossa pátria tenha um destino semelhante ao que teve a cidade de Sodoma (Gn 19).

Anápolis, 19 de maio de 2007 Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz Presidente do Pró-Vida de Anápolis

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