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sexta-feira, 26 de setembro de 2008

De volta a ativa...

Depois de vários dias sem postar, tamo na área novamente.

Meio corrido esses últimos dias, adiantando os trabalhos do seminário, tentando ler todos os livros do período logo, trabalho corrido, enfim, pouco tempo de sobra.

Pra voltar ao ritmo, segue um texto que recevi hoje do meu Pr. Onésimo.

Cosme e Damião

No próximo dia 27 estará em evidência o dia de Cosme e Damião, no qual se distribui doces e balas às crianças.

Quem foram Cosme e Damião?

Na verdade eles foram sérios seguidores de Jesus. Nascidos na Arábia no Sec. III depois de Cristo, eram gêmeos e seus pais eram crentes em Jesus. Quando cresceram, foram estudar na Síria e lá se tornaram médicos. Foram conhecidos como "inimigos do Dinheiro" porque atendiam todo o povo sem cobrar nenhum centavo, razão pela qual se tornaram conhecidos e atraíram muita gente que também ouviam deles mensagem da Salvação em Cristo Jesus.

O Imperador Romano, Diocleciano odiava os cristãos e os perseguia, Lisias era o representante de Diocleciano e começou a torturar Cosme e Damião, cortando suas cabeças no ano de 283 D.C. Tudo porque Cosme e Damião recusaram a se curvar diante dos ídolos e imagens. Ex.20. 4. 5).

A Igreja Católica Romana beatificou a Cosme e Damião e os veneraram por meio de imagens, mais tarde a religião espírita os assumiu como "santos" ou "espíritos" protetores de crianças.

Quanta incoerência! O que se faz hoje em relação a eles é justamente o que eles recusaram a fazer e por isso foram degolados.

Os doces distribuídos no dia 27 são oferecidos "aos santos" nos terreiros de macumba, consagrados a satanás. Em muitos casos existe o sacrifício de crianças nos terreiros, e os cadáveres, após preparados, são inseridos nestes doces.

fique de olho!' Não pegue esses doces, não os coma! Pais, conversem com seus filhos, não os deixem ter qualquer envolvimento com as trevas. IICor. 6. 14-16.

"Ao meu povo ensinarão a distinguir entre o santo e o profano, e o farão discernir entre o imundo e o limpo"

Pr Eber da Cunha Mendes

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quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Verdadeiro amigo ...

Pode rir, mas fiquei emocionado ao imaginar a situação...

Um cachorro foi visto no meio de uma avenida com muito trânsito cuidando de seu amigo que foi atropelado por um carro. Usando a pata, o cachorro tentava acordar seu amigo que estava morto.

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O cachorro tentava empurrar seu amigo para fora da avenida. E quando alguma pessoa tentava ajudar, ele rosnava e afugentava os que se aproximavam dele.

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Apesar do tráfego pesado, o cachorro não abandonava seu amigo.

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As pessoas ficaram impresionadas de como um cachorro vira-lata podia ser tão leal !

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Pois é, e nós aqui, 'seres racionais', valorizando mais pseudo-amizades interesseiras, deixamos de lado aqueles que realmente se importam conosco.

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sábado, 30 de agosto de 2008

Sociologia e a Igreja

Comecei a estudar Sociologia. É interessante. Serve pra ver as coisas que nos cercam sobre outro prisma.

Por exemplo, recentemente vi uma entrevista de um padre chamado Paulo Ricardo, e ele respondeu uma pergunta sobre sociologia e ideologia marxista mais ou menos assim:

“A primeira coisa é compreendermos que, através da ideologia marxista, se tende a ler tudo a partir da sociologia. Então, quando, por exemplo, encontramos uma pessoa que começa ler a Bíblia e em todas as suas passagens tira alguma aplicação social, esse é um indício, um sinal bastante claro de que, talvez, ela esteja seguindo esse tipo de pensamento marxista. Sabemos que a Sagrada Escritura tem uma lição social, mas nós não podemos extrair dela apenas uma mensagem social.”

Lendo um artigo sobre o crescimento dos evangélicos no Brasil, retirei o trecho abaixo, mostrando os pentecostais sob um olhar sociológico:

Enquanto os protestantes representam 5,0% do total da população brasileira, os pentecostais representam 10,6% da população. Sob o rótulo “pentecostais” agrupamos igrejas com ênfases e estilos bastante diferenciados. Entretanto, sob a perspectiva sociológica é possível identificar alguns traços comuns na multiplicidade pentecostal:

As igrejas pentecostais, no seu conjunto, são mais urbanas que rurais, mais femininas que masculinas (têm cerca de 10% de mulheres a mais que a média), têm muitas crianças (até os 15 anos), mas poucos adolescentes de 15-20 anos e, em geral, em todas as idades, estão um pouco abaixo da média. Quanto à raça ou cor, têm mais negros, pardos e indígenas que a média; têm pouquíssimos amarelos. O nível de instrução é baixo. Quase não há fiéis com formação superior ou pós-graduação.

Quando observamos as igrejas do Brasil sob a perspectiva sociológica, é possível identificar certos regionalismos dentro das igrejas. Por exemplo,em alguns estados do nordeste, como a Paraíba, o pastor não costuma usar paletó, principalmente pelo clima quente, mas também pela visão do povo. No Nordeste, terno é para vendedor. Já no Sul, o pastor de terno está mais ligado à imagem do executivo, do empreendedor. O pastor tem de vestir a roupa do povo e, sobretudo, entender a alma desse povo.

Nos últimos anos, têm-se notado a mudança dos cultos das igrejas. Buscando aumentar cada vez mais os fiéis participantes, há diversas modalidades de cultos: desde aquele para o perfil conservador, em que se usa um órgão de tubos, até para o pentecostal extremista, em que tudo é guiado pelo fogo do Espírito Santo.

O crescimento das igrejas Pentecostais pode ser causado também pelas mudanças vividas pela sociedade brasileira.

O êxodo dos habitantes do interior para as grandes cidades fez com que as igrejas pentecostais ganhassem mais adeptos, já que no catolicismo popular interiorano há uma grande participação dos fiéis, e quanto eles de deparam com a necessidade de freqüentar uma igreja na cidade, geralmente vão para uma igreja pentecostal, que há em número bem maior do que a igreja católica.

Dessa forma, as igrejas pentecostais respondem e solucionam simbolicamente os fracassos da metrópole moderna. Eles prometem emprego, casa, bem estar familiar, coesão e solução para os problemas mais vitais.

Estas igrejas prometem a bênção de Deus aos fiéis, desde que eles contribuam com o dízimo, o que tem de fato surtido efeitos concretos, levando as pessoas a acreditarem que Deus realmente as abençoou. A Sociologia, por exemplo, quer saber por que esses fiéis melhoraram. Duas causas apareceram com muita clareza: primeiro porque estas igrejas convertem estes homens e estas mulheres para uma vida mais disciplinada e eles começam a ser melhores trabalhadores; o segundo ponto é que, ao terem uma vida mais regrada, estes fiéis passam a economizar mais.

Finalizo aqui. O assunto é comprido, e requer análise profunda, a qual eu ainda não tenho condições de fazer.

Mas quando elaborar outro texto, publico aqui.

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segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Quando o luxo vem sem etiqueta...

O cara na estação do metrô, vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal. Durante os 45 minutos que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes, ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares. Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares. A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino. A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte. A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife. Somente uma mulher reconheceu a música... O vídeo da apresentação no metrô está no You Tube: http://www.youtube.com/watch?v=hnOPu0_YWhw

APENAS TRAÇANDO UM PARALELO....

SE JESUS ESTIVESSE NASCIDO EM UM IMENSO CASTELO AO INVÉS DE MANGEDOURA, SERÁ QUE MIS PESSOAS O SEGUIRIAM?

PENSE NISSO!!!

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quinta-feira, 8 de maio de 2008

Teoria de que Moisés estava drogado no Sinai cria polêmica

Pesquisador diz que profeta estava sob efeito de planta alucinógena quandio recebeu as Tábuas da Lei

Guila Flint - BBC

TEL-AVIV - O especialista em psicologia cognitiva Benny Shanon, da Universidade Hebraica de Jerusalém, afirma que Moisés, considerado o principal profeta da religião judaica, pode ter ingerido um alucinógeno como a substância ayahuasca, conhecida no Brasil como chá do Daime. A afirmação foi publicada nesta semana em um artigo na revista de filosofia Time and Mind e causou polêmica em Israel.

A idéia de que Moisés poderia estar sob a influência de "drogas" provocou a indignação de líderes religiosos em Israel e, segundo os críticos, a teoria de Shanon "é uma ofensa ao maior profeta do povo judeu". O rabino Yuval Sherlo disse à Radio Pública de Israel que "a teoria é absurda e nem merece uma resposta séria". De acordo com o rabino, a publicação da teoria de Shanon "põe em dúvida a seriedade tanto da ciência como da mídia".

Uma das obras de Benny Shanon, o livro Antipodes of the Mind, que analisa a relação entre a planta ayhuasca e a criação das religiões, foi publicado em 2003 pela Oxford University Press, uma das editoras acadêmicas mais renomadas do mundo.

Em entrevista à BBC Brasil, Shanon contou que começou a pesquisar a relação entre os efeitos de plantas e a criação das grandes religiões, quando ele próprio experimentou o chá do Daime no Brasil.

De acordo com o pesquisador, a criação dos Dez Mandamentos poderia ser conseqüência de uma experiência com substâncias psicotrópicas, que alteram o estado cognitivo do indivíduo, e se encontram em plantas existentes inclusive no deserto do Sinai.

Foi no deserto do Sinai que, segundo a tradição, Moisés teria recebido as Tábuas da Lei, consideradas a base da civilização judaico-cristã.

Brasil "Tudo começou quando estive no Brasil em 1991, a convite da Unicamp, para dar uma palestra sobre linguagem e pensamento", afirma Shanon. "Depois da palestra, viajei pelo Brasil por dois meses e experimentei pela primeira vez o chá do Daime em Rio Branco, no Acre."

"Também participei de rituais religiosos e espirituais do Santo Daime, apesar do fato de que não sou adepto de nenhuma religião", acrescenta o pesquisador.

"Tinha 42 anos naquela época, e a experiência mudou a minha visão do mundo", afirma. Comecei, então, a pesquisar os efeitos dessa planta sob o aspecto da minha área, a psicologia cognitiva."

"Muitas pesquisas já foram feitas sobre os efeitos da planta, mas principalmente na área da antropologia, e não da psicologia", diz Shanon.

"Os antropólogos geralmente escrevem apenas por meio da observação, mas sem experimentar, eles próprios, a substância", avalia o professor titular da Universidade Hebraica. "Acho que é como escrever um livro sobre música sem ouvir música."

Desde 1991, Shanon diz ter visitado o Brasil dezenas de vezes e afirma que já ingeriu o chá do Daime mais de 100 vezes.

Experiência "A substância abriu para mim uma dimensão do sagrado que nunca tinha vivenciado antes, tive visões muito fortes, inclusive de cantar junto com milhares de anjos", descreve o pesquisador israelense. "A experiência foi tão forte que me levou a querer integrá-la no estudo da fenomenologia da consciência humana."

"Estudei, então, todos os contextos culturais e religiosos ligados à ingestão da ayahuasca", conta Shanon.

"Cheguei à conclusão de que, nas religiões mais antigas, como a zoroastra e a hinduísta, também houve rituais ligados à ingestão de substâncias que levam a alterações cognitivas, nos quais os participantes 'viram Deus' ou 'viram vozes'."

O professor de psicologia cognitiva cita o fenômeno da sinestesia, em que se cria uma relação entre planos sensoriais diferentes e o indivíduo se encontra em um estado neurológico que possibilita que ele "veja sons".

"Na Bíblia, há frases como 'o povo viu as vozes', que me chamaram a atenção, pois descrevem exatamente a sinestesia que ocorre com a ingestão da ayahuasca", afirma Shanon. "Encontrei frases semelhantes em textos e cânticos de outras religiões."

Críticas O pesquisador, que já recebeu críticas de religiosos em Israel, diz que sua tese não constitui um desrespeito à religião, mas sim "uma tentativa de entender momentos tão importantes para toda a humanidade".

"Não acredito na visão ontológica, segundo a qual a história de Moisés e os Dez Mandamentos teria sido um evento cósmico extraordinário", afirma. "Mas também não acho que um momento tão importante possa ser considerado como uma simples lenda."

"A minha tese, segundo a qual as substâncias ingeridas por Moisés teriam gerado uma abertura cognitiva que possibilitou um contato com o sagrado, pode ser uma explicação razoável e também respeitosa de como a religião judaica nasceu", diz Shanon.

"Mas não é qualquer pessoa que ao ingerir a substância é capaz de criar os Dez Mandamentos, é necessário ser um Moisés para isso", acrescenta. "Ao meu ver, a ayhuasca libera uma criatividade interna, como a arte."

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sábado, 15 de março de 2008

Cientistas marcam data para o fim do planeta

Sábado, 15 de março de 2008, 09h59

No final, não restarão nem mesmo fragmentos. Caso não haja interferência com a natureza, dentro de 7,59 bilhões de anos a Terra será arrastada de sua órbita por um sol vermelho e inchado, e entrará em uma espiral que resultará em sua decomposição final em forma de gases. Tudo isso de acordo com cálculos recentes de dois astrônomos: Klaus-Peter Schroeder, da Universidade de Guanajuanato, no México, e Robert Connon Smith, da Universidade de Sussex, Inglaterra.

O relatório deles, que será publicado pelo Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, é a mais recente e pessimista adição a um longo debate sobre o destino do nosso planeta. No ano passado, por exemplo, a descoberta de um planeta gigante percorrendo sua órbita em torno de uma estrela extinta em Pégaso sugeria que a Terra poderia sobreviver à morte do Sol.

Smith classificou a nova previsão como "um tanto deprimente", em uma série de mensagens de e-mail. Mas, "observada por outro ângulo", acrescentou, "ela representa incentivo para que façamos alguma coisa para encontrar maneiras de deixar nosso planeta e colonizar outras áreas da galáxia".

O problema básico da Terra é que o Sol se tornará gradualmente maior e mais luminoso, de acordo com teorias amplamente aceitas de evolução estelar. Em seus primeiros 4,5 bilhões de anos, de acordo com esses modelos, o Sol já cresceu em 40%.

Nas eras vindouras, a vida na Terra se tornará mais úmida e mais desconfortável, até que por fim se torne impossível. "Mesmo que a Terra conseguisse escapar à absorção pelo Sol", disse Mario Livio, astrônomo no Instituto de Ciências de Telescopia Espacial, "ela ainda ficaria completamente calcinada, e a vida que abriga estaria extinta".

Dentro de um bilhão de anos, o Sol deve se tornar 10% mais brilhante do que hoje. Os oceanos da Terra se evaporarão. O Sol esgotará o hidrogênio combustível em seu núcleo dentro de cerca de 5,5 bilhões de anos, e começará a queimar hidrogênio das camadas adjacentes. Como resultado, o núcleo encolherá e as camadas externas se expandirão velozmente, e o Sol se transformará em uma estrela do tipo gigante vermelha.

O calor desse período final de agonia transformará o Sistema Solar. No Cinturão de Kuyper, para lá de Netuno, haverá primavera por algum tempo. Mercúrio e Vênus serão certamente engolidos, mas o destino da Terra nunca foi confirmado.

A razão para isso é que, ao se inchar, o Sol expelirá porção substancial de sua massa. Com isso, o domínio gravitacional que exerce sobre os planetas será debilitado, e estes recuarão para órbitas mais distantes. A Terra poderia acabar na posição hoje ocupada por Marte, "no limite entre ser engolida ou escapar", disse Livio.

Determinar se a Terra será engolida depende de qual dentre dois efeitos sairá vitorioso. Ao mesmo tempo que a Terra estará recuando a uma posição mais segura, as forças que interagem entre ela e o Sol em expansão tentarão arrastar o planeta para mais próximo da estrela.

Em 2001, uma análise dessas forças por Kacper Rybicki, do Instituto Polonês de Geofísica, e Carlos Denis, da Universidade de Liege, concluiu que as perspectivas pareciam desfavoráveis, mas que a Terra poderia ter chance de sobreviver.

No entanto, de acordo com Smith e Schroeder, a chance é zero. Uma das chaves para o trabalho deles é uma nova forma de calcular quanta massa o Sol perderia em sua expansão cataclísmica, e assim que tamanho ele atingiria e até que ponto a Terra se afastaria dele. Quanto mais massa for perdida, paradoxalmente maior a expansão do Sol, como um balão cujo elástico enfraquece quando ele se distende.

Usando uma nova técnica desenvolvida por Schroeder e Manfred Cuntz, da Universidade do Texas em Arlington, os autores calcularam que a perda de massa equivaleria a um terço da massa original do Sol, ante estimativas anteriores da ordem de 25%.

Como resultado, a versão vermelha e agigantada do Sol ¿ em seu ponto de máxima expansão - seria 256 vezes maior do que hoje, e 2.730 vezes mais luminosa.

A Terra, calcinada e estéril, deslizaria por sobre as ondas da estrela gigante, o que causaria uma bolha no sol. A fricção levaria a bolha a persistir, tentando acompanhar a Terra. A gravitação da bolha desaceleraria o planeta, e o colocaria em trajetória espiral na direção do Sol, onde a fricção com gases da atmosfera solar expandida ou desaceleraria ainda mais.

E então a Terra se precipitaria rumo ao Sol.

Será que os robôs, baratas ou quem quer domine a Terra dentro de um bilhão de anos poderiam escapar disso? Uma opção seria abandonar o planeta em troca de outro, ou de outro sistema solar.

Outra opção, diz Smith, seriam obras de engenharia de larga escala e risco imenso. Da mesma forma que naves espaciais podem usar as forças gravitacionais de planetas como Vênus ou Júpiter para ganhar empuxo em suas viagens, a Terra poderia promover encontros regulares com cometas ou asteróides que elevassem sua órbita e a afastassem mais do Sol, de acordo com estudo de Don Korycansky e Gregory Laughlin, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, e Fred Adams, da Universidade do Michigan, publicado em 2001.

Mas Laughlin diz que eles não defendem a idéia de alterar a órbita terrestre, afirmando que um erro de cálculo poderia causar choque entre o cometa e o planeta.

"Há questões éticas profundas em jogo", afirmou ele em mensagem de e-mail, "e o custo de um fracasso seria inaceitavelmente elevado".

De qualquer forma, uma manobra como essa tornaria a Terra mais viável por apenas mais alguns bilhões de anos.

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Deputado israelense culpa homossexuais por terremotos

By Notícias Yahoo

JERUSALÉM (AFP) - Os homossexuais são responsáveis pela onda de terremotos que atingiu Israel nos últimos meses, porque Deus advertiu que não se deve "menear" os genitais indevidamente, disse nesta quarta-feira no Knesset (Parlamento) um deputado israelense ortodoxo.

"O Talmud nos ensina que uma das causas dos terremotos é a homossexualidade", disse Shlomo Benizri, um dos 12 deputados do partido Shass, referindo-se ao livro que reúne a tradição oral religiosa judaica.

O Knesset legalizou o homossexualismo em 1988 e nos anos seguintes diversas leis passaram a reconhecer os direitos dos homossexuais.

"Deus disse que sacudiria o mundo 'para despertar-vos se menearem vossos genitais' onde não tenham que fazê-lo", afirmou Benizri em uma comissão parlamentar que estuda medidas para proteger o país dos tremores.

Israel sofreu uma série de terremotos nos últimos meses, o último deles na sexta-feira passada, de 5 graus na escala Richter.

O Vale do Jordão, o Mar Morto e, mais ao sul, o deserto de Arava e o Mar Vermelho se encontram sobre a falha sírio-africana, local de freqüente atividade sísmica.

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